Sessão da Câmara de Bayeux terminou em desentendimentos (Foto: Reprodução)

A sessão extraordinária convocada pela presidente da Câmara Municipal de Bayeux, Jays de Nita, para a noite desta segunda-feira (7 de setembro), registrou momentos de tensão no plenário e no público presente na Casa legislativa. A reunião visava analisar cinco matérias do Poder Executivo, de autoria da prefeita Tacyana Leitão, referentes à abertura de créditos adicionais especiais no orçamento municipal.

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No início dos trabalhos, a presidência declarou que havia tentativas de boicote ao andamento da pauta e informou que cortaria a palavra de parlamentares que fugissem do tema deliberado. Durante os debates, o vereador Nildo da Casa Branca teve o microfone desligado, e a sessão foi suspensa temporariamente após trocas de acusações entre os parlamentares. Em decorrência do mal-estar durante os embates, as vereadoras França e Eloah receberam atendimento de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), acionada ao local.

Membros da bancada de oposição criticaram a tramitação das matérias, argumentando que as propostas foram entregues na quinta-feira anterior sem a formalização do pedido de urgência e que os prazos regimentais de análise não foram observados pela Mesa Diretora.

Fora do plenário, manifestantes acompanharam os trabalhos cobrando o cumprimento de decisão judicial para a recondução da vereadora Rosiene Sarinho ao cargo.

Embora estivesse presente no prédio do Legislativo, Rosiene não reassumiu a cadeira, e o suplente Gabriel Silva permaneceu no exercício do mandato. Diante dos protestos liderados por Nildo da Casa Branca, a presidência argumentou não ter recebido formalmente a notificação do mandado de reintegração.

A Polícia Militar esteve no local para conter os protestos e reestabelecer a ordem nas dependências da Casa.