O candidato a vice-governador Diogo Cunha Lima (PSD), que integra a chapa de Cícero Lucena (MDB) ao Governo da Paraíba, votou neste domingo (4), em Campina Grande, e evitou antecipar um eventual segundo turno. Diogo afirmou que prefere aguardar a decisão dos eleitores para avaliar os próximos passos da disputa.
Ao fazer um balanço da campanha, o candidato a vice disse que percorreu diferentes regiões da Paraíba e afirmou chegar ao primeiro turno satisfeito com o trabalho realizado.
“Muito positiva. Eu saio desse processo assim, hoje é o primeiro turno das eleições. Então, chego até aqui e saio desse processo no primeiro turno com o coração muito tranquilo, que dei o meu melhor, viajei toda a Paraíba, tive de vendo de perto todas as regiões e os problemas da Paraíba e fiz tudo que o meu coração pediu. E saio muito feliz desse primeiro turno”, declarou.
“O futuro a Deus pertence”
Questionado sobre a possibilidade de a eleição para o Governo da Paraíba seguir para o segundo turno, Diogo evitou fazer projeções antes do encerramento da votação.
“Eu acho que é muito cedo para falar. A gente está prestes a conhecer o resultado das eleições, o desejo do povo paraibano. Vamos ver o que é que o dia de hoje nos revela e aí o futuro a Deus pertence”, afirmou.
Diogo também foi questionado sobre a situação de Cícero Lucena diante dos questionamentos judiciais envolvendo sua candidatura. O candidato a vice reafirmou confiança no aliado e disse que, neste domingo, a resposta política será dada pelos eleitores nas urnas.
“Eu tô bastante confiante. Eu acho que é só uma questão de paciência. Hoje a gente descobre o que o eleitor paraibano tem a nos revelar. Não é mais uma questão da imprensa dizer o que acha, o que deseja. Não é mais uma questão de pesquisa eleitoral. Na verdade, o dia de hoje, o eleitor paraibano vai revelar o desejo que quer para o nosso estado”, declarou.
Diogo votou no Colégio Imaculada Conceição, o Damas, em Campina Grande. Ele informou que pretende permanecer na cidade durante a apuração.
O candidato explicou ainda que poderá acompanhar os resultados ao lado do filho, Davi, que está doente.
“Eu vou ficar aqui em Campina. Eu tenho uma tradição de ficar aqui em Campina. Agora, meu filho, o Davi, está doente. Talvez eu precise ficar com meu filho. Porque, apesar das eleições, o meu filho precisa de mim e eu vou estar junto dele”, afirmou.


