Adriano Galdino
Presidente da ALPB, Adriano Galdino Foto: Reprodução

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino (Republicanos), celebrou nesta quinta-feira (28) a aprovação, na Câmara dos Deputados, da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas e acaba com o modelo de escala 6×1, garantindo dois dias de descanso remunerado aos trabalhadores.

Durante entrevista em São João do Cariri, Adriano classificou a medida como uma conquista importante para os trabalhadores brasileiros e destacou o papel do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na articulação da proposta. “É uma vitória do povo trabalhador. Quero reconhecer o esforço do presidente Lula nessa luta por mais dignidade e qualidade de vida para os trabalhadores do Brasil”, declarou.

O parlamentar afirmou que a mudança permitirá mais tempo para convivência familiar, cuidados pessoais e saúde. Segundo ele, a nova jornada representa um avanço social significativo para o país.
Adriano também avaliou que o Brasil passa a se aproximar de modelos adotados em nações desenvolvidas e defendeu equilíbrio entre os interesses dos trabalhadores e do setor produtivo durante a implantação das novas regras.

 

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Na entrevista, o presidente da ALPB ainda ressaltou a parceria institucional entre os poderes na Paraíba e garantiu continuidade no apoio ao Executivo estadual. “Sempre mantivemos uma relação de diálogo e parceria com os governos. Foi assim com Ricardo Coutinho, João Azevêdo e continuará no governo Lucas Ribeiro, garantindo governabilidade para que a Paraíba siga crescendo”, afirmou.
A proposta aprovada pela Câmara estabelece redução gradual da carga horária sem diminuição salarial.

Após a promulgação da emenda, os trabalhadores da iniciativa privada passarão inicialmente a cumprir jornada máxima de 42 horas semanais com dois dias de descanso. Depois de 14 meses, o limite cairá definitivamente para 40 horas semanais.

A PEC recebeu ampla aprovação na Câmara Federal e contou com apoio da maioria da bancada paraibana. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), conduziu a votação da matéria, que agora será analisada pelo Senado Federal.