A candidatura do ex-prefeito de Sousa, André Gadelha (MDB), à vaga de senador atravessou um momento de turbulência nesta segunda-feira (21). Na mesma semana em que registrou a baixa da sua primeira suplente, Ivonete Ludgério, a chapa foi alvo de um pedido de cassação de registro protocolado junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo partido Democracia Cristã (DC).
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A ofensiva jurídica, formalizada pelo presidente nacional da legenda, Sérgio Gama, sustenta que o pedido de substituição da candidatura decorrente da renúncia de Ivonete ocorreu em data posterior ao limite previsto pela legislação eleitoral para trocas de nomes motivadas por desistência, sendo permitida a alteração apenas em caso de falecimento. Com isso, a defesa do partido argumenta que a chapa majoritária ficou incompleta e sem amparo legal para novos suprimentos.
“Sendo assim, a Chapa nº 151 perdeu a sua primeira suplente em momento no qual a substituição já se encontrava vedada por lei, subsistindo, hoje, com um único suplente registrado. Trata-se de prazo decadencial, subtraído à disposição dos particulares, de sorte que requerimento de substituição apresentado a destempo deve ser indeferido”, pontua a petição apresentada à Justiça Eleitoral.
A defesa jurídica do candidato ainda deverá apresentar manifestação formal para tentar reverter a investida do DC na Corte.

