Marcelo Queiroga diz que só apoiaria Cícero em eventual segundo turno para o governo em 2026
Marcelo Queiroga, candidato ao Senado pelo PL (Foto: Reprodução)

Em entrevista concedida à TV Cabo Branco nesta terça-feira (8), o médico Marcelo Queiroga, candidato ao Senado pelo PL, se posicionou contra à o fim da jornada de trabalho em escala 6×1. O candidato avaliou que o calendário eleitoral prejudica a análise técnica da pauta sobre os impactos na economia e defendeu que alterações nas regras trabalhistas exijam contrapartidas diretas ao setor produtivo.

Ao abordar a tramitação da proposta, o ex-ministro apontou os riscos de aprovar mudanças sem garantias de sustentabilidade para as empresas.

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”Eu acho que essa época eleitoral e muito ruim para discutir esse tema porque o clamor popular acaba direcionando um debate que é de importância fundamental para a economia. Se tivesse que votar hoje eu votava contrário ao fim da escala 6 x 1 da forma que está. Ela pode ser votada mas junto com outras legislações que dêem condições as empresas de ampliar a oferta de empregos . Sem esse acoplamento eu acho perigoso para os trabalhadores brasileiros”, disse.

A postura adotada por Queiroga reforça o alinhamento com a diretriz do PL, que orienta atuação contrária à alteração na Legislação Trabalhista sem a inclusão de medidas compensatórias para a classe empresarial.