O ex-secretário de Estado da Saúde e pré-candidato a deputado federal, Jhony Bezerra, afirmou que não descarta apoiar o governador João Azevêdo (PSB) na disputa por uma vaga no Senado Federal em 2026. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Ô Paraíba Boa, da Rádio FM 100.5, nesta terça-feira (9).
Apesar de reafirmar que seu primeiro voto para o Senado será destinado ao senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), Jhony destacou que ainda não definiu a segunda escolha e reconheceu a importância política e administrativa de João Azevêdo para a Paraíba.
“O primeiro voto é em Veneziano. Tenho deixado isso muito claro. É uma forma de reconhecimento ao trabalho que ele realizou pela Paraíba e por Campina Grande. O segundo voto a gente ainda não definiu, mas tenho gratidão a João Azevêdo e reconheço tudo o que ele realizou”, afirmou.
Questionado sobre a possibilidade de apoiar o governador mesmo após divergências políticas recentes, Jhony descartou qualquer resistência pessoal e deixou aberta a possibilidade de diálogo.
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“Claro que não. Não há porta fechada para João Azevêdo. Eu tenho gratidão e reconhecimento pelo trabalho dele. João tem condições de ser senador da República por tudo o que construiu. Mas é importante que exista diálogo. Eu não posso votar em alguém sem que haja uma conversa, sem que haja um alinhamento”, declarou.
Em tom descontraído, o pré-candidato reforçou que está disposto a conversar caso seja procurado pelo governador. “Se ele ligar, eu atendo e a gente conversa”, afirmou.
Jhony também ressaltou que mantém boa relação com outras lideranças políticas que integram o cenário da disputa ao Senado, citando nomes como André Gadelha, Hugo Motta e Nabor Wanderley.
Segundo ele, a definição sobre o segundo voto ao Senado será construída mais adiante, em conjunto com o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, e demais aliados políticos. “Tenho uma predisposição a votar em João Azevêdo, mas essa é uma decisão que será tomada mais à frente. O que posso dizer é que não guardo ressentimentos. Tenho muito mais motivos para agradecer a João do que para pensar em divergências do passado”, concluiu.
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