O prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, autorizou nesta segunda-feira (3) o início das obras da nova Maternidade Municipal Porte II, que será construída no bairro dos Bancários. A unidade foi projetada para ampliar a rede de saúde da Capital, oferecendo atendimento integral e humanizado à mulher, à gestante, à puérpera e ao recém-nascido.
O novo equipamento reunirá em um único espaço serviços ambulatoriais, atendimento de urgência e emergência obstétrica e ginecológica, internação hospitalar, exames, diagnósticos, tratamentos e assistência especializada, contribuindo para reduzir a demanda da Maternidade Cândida Vargas.
Durante a assinatura da ordem de serviço, Leo Bezerra destacou que a construção já foi iniciada, com as máquinas em operação para a execução da fundação. Segundo ele, toda a estrutura foi planejada para proporcionar acolhimento, eficiência nos serviços e integração entre os setores da unidade.
“A maternidade foi pensada para garantir um atendimento humanizado e digno às futuras mães. Cada ambiente foi planejado com base em critérios técnicos e científicos para oferecer mais segurança e qualidade na assistência”, afirmou o prefeito.
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Com área construída de aproximadamente 22,2 mil metros quadrados, o complexo será dividido em três blocos, distribuídos entre subsolo, térreo e dois pavimentos. O projeto arquitetônico prioriza a organização dos fluxos de pacientes, acompanhantes, profissionais e materiais, buscando otimizar o funcionamento da unidade e aumentar a segurança dos atendimentos.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Luis Ferreira, o investimento será de R$ 153 milhões, fruto de parceria entre a Prefeitura de João Pessoa e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. A maternidade contará inicialmente com 150 leitos, podendo chegar a 180, além de dois centros cirúrgicos com mais de dez salas, centro de diagnóstico por imagem, centro de parto humanizado e casa de parto humanizado.
A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde é de que a obra seja concluída em até 24 meses, apesar do prazo contratual variar entre 24 e 36 meses.
A estrutura também contará com banco de leite humano, enfermarias para gestação de alto risco, alojamento conjunto, UTI materna, UTI Neonatal, unidades de cuidados intermediários convencional e canguru, além de setores administrativos, técnicos, logísticos e de apoio, garantindo o funcionamento completo da unidade.
