Hugo Motta comentou sobre o encontro com João Azevêdo e Aguinaldo Ribeiro e defende unidade para 2026

Durante sua participação no II Congresso Paraibano de Municípios e na Feira de Oportunidades e Negócios (Confep), nesta sexta-feira (4), o presidente da Câmara dos Deputados e líder estadual do Republicanos na Paraíba, Hugo Motta, comentou o recente encontro político com o governador João Azevêdo (PSB) e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), realizado esta semana em João Pessoa.

Segundo Motta, o encontro teve como objetivo analisar o atual cenário político do estado, sem necessariamente antecipar definições ou anúncios sobre a disputa eleitoral de 2026. “São partidos aliados, portanto, nada mais normal do que aliados estarem conversando. Não é que toda a conversa que nós teremos tenha que ter um anúncio ou um fato novo. Você analisa o cenário atual do nosso Estado, você analisa o cenário político nacional, fala-se um pouco sobre futuro, trata-se sobre estratégias”, afirmou o parlamentar.

Hugo Motta defendeu a manutenção da unidade entre os partidos que compõem a base aliada do governador João Azevêdo e reiterou que o Republicanos pretende ter protagonismo na formação da chapa majoritária de 2026. “Temos um projeto político no Estado que tem dado certo graças a essa conjunção de forças. Os partidos que compõem a base do governador são fortes, têm representatividade e querem estar nessa chapa majoritária para defender esse projeto administrativo que tem dado certo na Paraíba”, pontuou.

Sobre a necessidade de definição da chapa majoritária ainda em 2025, o deputado ponderou que o processo será fruto de construção coletiva, respeitando o tamanho e o peso político de cada legenda. “O Republicanos, pelo seu tamanho e força, naturalmente deverá estar nessa chapa. O que temos dito e reafirmado é que queremos ver esse projeto seguir adiante. Defendemos a unidade dos partidos e que cada partido, de acordo com seu tamanho e protagonismo, deverá estar representado com uma ou duas vagas, dependendo da construção que possa ser feita”, concluiu.

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