O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra prisão domiciliar pelo período de 90 dias, em razão de problemas de saúde. A medida tem como objetivo permitir a recuperação de um quadro de broncopneumonia, e, ao término desse prazo, a situação será reavaliada pela Corte.
A decisão seguiu o posicionamento da Procuradoria-Geral da República, que se manifestou favoravelmente à flexibilização do regime prisional diante das condições clínicas do ex-chefe do Executivo.
Condenado a 27 anos e 3 meses de reclusão por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro estava custodiado na unidade conhecida como Papudinha, em Brasília. No último dia 13 de março, ele deixou o local após apresentar complicações respiratórias e necessitar de atendimento hospitalar.
O ex-presidente foi internado em um hospital particular da capital federal, chegando a ser encaminhado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde recebeu tratamento para pneumonia causada por broncoaspiração.
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