André Gadelha pede “CPI do Esgoto” para investigar leilão do saneamento básico da Cagepa na Paraíba
Na imagem, o pré-candidato a senador, André Gadelha (MDB) - Foto: Reprodução

O candidato ao Senado pela Paraíba, André Gadelha (MDB), participou nesta sexta-feira (21) de uma sabatina promovida pelo programa Meio-Dia Paraíba, do Sistema Pop de Comunicação. Durante a entrevista, o emedebista apresentou propostas e comentou temas relacionados à política, economia e saúde.

André afirmou que tem percorrido diferentes regiões do estado para conhecer as principais demandas da população. Segundo ele, existe um distanciamento entre os eleitores e a política, e a aproximação com a sociedade deve ser ampliada.

Entre as ideias apresentadas, o candidato defendeu mudanças na destinação das emendas parlamentares, com prioridade para setores considerados estratégicos para o desenvolvimento da Paraíba. Ele também sugeriu uma participação maior do Poder Executivo na definição e aplicação desses recursos.

O emedebista ainda falou sobre a necessidade de promover uma “moralização” na política paraibana e aproximar os representantes da população. Outra proposta apresentada foi a redução do mandato dos senadores, atualmente estabelecido em oito anos.

Economia

Na área econômica, André Gadelha destacou o comércio como um dos setores que pretende priorizar. Ele mencionou o crescimento das vendas pela internet e defendeu incentivos para empresas que mantêm estabelecimentos físicos.

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O candidato também abordou a discussão sobre a jornada de trabalho, citando a possibilidade de adoção da escala 5×2, além de defender investimentos em sistemas de irrigação para ampliar o potencial da agricultura paraibana.

Saúde

Para a saúde, André defendeu o fortalecimento da estrutura de atendimento nos municípios, principalmente nas cidades de menor porte.

Na avaliação do candidato, a descentralização dos serviços pode diminuir a necessidade de deslocamento de moradores para os grandes centros em busca de atendimento.

“É importante fortalecer as pequenas cidades para que as pessoas não precisem ir às grandes cidades para sobreviver”, afirmou.