Na imagem, a coordenadora de Campanha Daniella Marques ao lado de Flávio Bolsonaro - Foto: Reprodução

Daniella Marques, coordenadora da área econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), propôs nesta segunda-feira (19) uma regra de transição de dois anos para beneficiários do Bolsa Família que conseguirem emprego com carteira assinada ou abrirem o próprio negócio. A medida seria adotada caso o candidato seja eleito presidente da República.

Segundo a proposta, os beneficiários poderiam continuar recebendo o auxílio durante o período de transição, mesmo após conseguirem uma nova fonte de renda. A ideia é permitir que as famílias conquistem estabilidade financeira antes de deixarem o programa social.

Daniella também afirmou que, caso o beneficiário perca o emprego ou enfrente dificuldades para manter o negócio durante esse período, teria retorno automático ao Bolsa Família.

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Atualmente, a regra de proteção do programa permite que famílias que ultrapassem o limite de renda para receber o benefício integral continuem recebendo 50% do valor por até 18 meses, desde que atendam aos critérios estabelecidos. Até 2025, o período previsto era de 24 meses.

A proposta integra as discussões econômicas da campanha de Flávio Bolsonaro para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.