As obras do Arco Metropolitano de João Pessoa avançam para a etapa final e já começam a refletir diretamente na vida da população. Com a maior parte do complexo prevista para ser entregue ainda no primeiro semestre — ficando de fora apenas o viaduto sobre a BR-101, que seguirá um cronograma próprio —, a intervenção desponta como um marco de transformação para quem convivia com longos deslocamentos e dificuldades de acesso. O investimento ultrapassa R$ 270 milhões, provenientes de recursos próprios do Governo do Estado.
De acordo com o gestor da obra, Marcos Gouveia, o progresso físico do projeto é significativo. “Dos 18,7 quilômetros totais, 15,7 quilômetros já receberam pavimentação asfáltica. As pontes sobre os rios Mumbaba e Gramame estão concluídas, assim como passagens inferiores estratégicas para o transporte de cargas, a exemplo da cana-de-açúcar”, explicou. Segundo ele, a principal finalidade do Arco é desviar o tráfego pesado da área urbana de João Pessoa, contribuindo para a diminuição de congestionamentos, do tempo de deslocamento e, sobretudo, da quantidade de acidentes.
Executado pelo Governo da Paraíba, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-PB), o Arco Metropolitano está sendo construído pelas empresas Luiz Costa Ltda (CLC), Rocha Cavalcante Ltda e Cosampa Construções Ltda. A via possui extensão total de 18,7 quilômetros e fará a ligação entre as rodovias federais BR-230 e BR-101.
Atualmente, as frentes de trabalho concentram-se em serviços como drenagem superficial, compactação de aterros, execução de sub-base e base em BGTC (Brita Graduada Tratada com Cimento), além de tratamento superficial duplo (TSD), aplicação de concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) e construção de muros de aterro armado.
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