Recém-filiado ao MDB, o deputado estadual e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Felipe Leitão, detalhou nesta quinta-feira (15), em entrevista à Rádio Arapuan FM, os motivos que levaram à sua saída do Republicanos e revelou como pretende se posicionar na disputa pelo Senado em 2026.
Felipe afirmou que a decisão de deixar o partido foi tomada de forma “respeitosa”, após conversas com o presidente estadual da legenda, Hugo Motta, e com o presidente da ALPB, Adriano Galdino. Segundo ele, não houve ruptura pessoal, mas divergência política em relação ao direcionamento do Republicanos, especialmente diante do apoio da sigla à pré-candidatura de Lucas Ribeiro ao Governo do Estado.
“Conversei demoradamente com Hugo Motta e com Adriano Galdino. Eu saí pela porta da frente, mantendo amizade, respeito e gratidão pelo Republicanos”, declarou.
Já no MDB, o parlamentar disse que passa a integrar a coordenação da pré-campanha do prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, ao Governo da Paraíba, e confirmou seu primeiro voto para o Senado em Veneziano Vital do Rêgo.
Além disso, Felipe Leitão revelou que seu grupo político foi procurado por Nabor Wanderley, também pré-candidato ao Senado, e sinalizou tendência de adesão ao nome do prefeito de Patos no segundo voto.
“Existe uma tendência da gente, no segundo voto, votar em Nabor Wanderley, até porque só foi quem me pediu o voto. Eu ouvi aí uma indagação que dizia ‘candidato não pode escolher eleitor’, mas candidato tem que pedir voto”, afirmou.
Na entrevista, Felipe ainda fez uma observação direta sobre o governador João Azevêdo (PSB), pré-candidato ao Senado: segundo ele, o chefe do Executivo estadual não teria procurado seu grupo político para pedir apoio.
“João Azevêdo não me pediu o voto”, completou.
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